Coisas escritas
07.12 Succubus (conto)
(...) Ela me chamava de Sol. Não tinha pensado nisto. Mas como ela parecia lunar! Tinha uma luz azul, clara, suave. Me seduzia da forma mais sutil e preenchia todos os horizontes. Me tirou do meu cubículo e me trouxe para este universo vasto e sem limites. (...)
02.12 Vista o corpo de espinhos (artigo)
Domingo (amanhã) eu farei minha última participação como ator na peça Vestir o Corpo de Espinhos, que está em cartaz no Espaço dos Satyros I. (...)
28.11 Não pense mais nisso! (poema em prosa)
(...) No início nada foi dito e nada foi realizado. Eles apenas falavam suas próprias línguas e entendiam tudo. No princípio foram levados pelo vento, leves, brilhando, sem saber onde iriam se encontrar, ou se iam mesmo para algum lugar. (...)
28.11 Don't think about it! (poema em prosa)
(...) In the beginning nothing was said and nothing was done. They just spoke their own tongues and made sense of everything. In the beginning they simply blew along, lightly, shining, not caring to ask where they were to land, or if they were actually going anywhere. (...)
24.11 Singularidades (conto)
Na manhã em que acordei sozinho fui despertado por um beijo gelado em meu rosto. Era o vento. (...)
14.11 A máquina do tempo (diálogo)
(...) É o músico. Ele gira como um redemoinho até tornar-se onda. Lamberá as costas até inundar toda a selva rolando sobre suas praias úmidas, em um ritmo constante, como um pulso. (...)
14.10 No meu quarto há um anjo (sonho)
(...)Diante da janela assisto o universo girar, e eu canto. Eu olho para baixo e não vejo nada, então deixo que minha cabeça escorregue janela abaixo. Eu caio como se voasse.(...)
14.10 The end of the world (artigo)
(...)When I finally reached the end of the world, the end of my long journey, I saw land far away in the distance. But I was on a cliff, and could no longer continue. The oceans had ceased. The land had ceased. And now I would have to look down. But there was no end down. There was only land in the distance. Only in the distance. It was unreachable. This was the end of the world. (...)
13.10 Ela se foi (carta)
(...) Escrevo palavras inúteis, inebriadas, numa folha encharcada, que depois lançarei ao mar aberto dentro desta garrafa de vinho tinto (que ainda não está vazia.) Escrevo que amo, e que amei-a, que aprendi a amá-la, incondicionalmente, a amá-la de amor, e agora de saudade.(...)
10.10 In my room there is an angel (artigo)
(...)I stand by the window watching the universe roll, and I sing. I look down and see nothing so I let my head drop, and I fall, I fly. (...)
04.10 Call me Ishmael (artigo)
Estou lendo Moby Dick, de Hermann Melville(...)
28.09 Sobre o sentido da vida (conto)
(...) Fui salvo por um indiano de turbante rosa, hálito de alho, olhos enormes e um sorriso desdentado que se apresentou como Mustafá Smith.(...)
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